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Tenho medo de me apaixonar, e agora?

Tenho medo de me apaixonar, e agora?

Hoje nós vamos compartilhar com vocês o depoimento de uma cliente muito especial: a Denise.

Com a autorização da mesma, iremos dividir como ela chegou à Clínica Bauce, um pouco do seu processo terapêutico e o resultado de todo o empenho e entrega dela ao tratamento.

Você deve estar se perguntando o que o medo de se apaixonar tem a ver com a Denise. Bom, ela mesmo explica e conta a sua história.

O primeiro namorado

“Meu primeiro namorado foi aos 20 anos, era um garoto ótimo, estudioso, bonito, carinhoso e me tratava como uma rainha. Apesar de tudo que me proporcionou de bom, nunca me senti apaixonada por ele. Ficamos três anos juntos e não consegui dizer que o amava (…).

“Acreditei que o problema era ele, muito certinho para uma menina tão jovem como eu era. 2 anos depois do fim, conheci outro rapaz, esse bem diferente do primeiro. Curtia rock, era mais estiloso, mais durão e com a personalidade muito forte. Era exatamente como sonhava, mas também não deu certo (…)”.

Denise conta que conheceu outras pessoas ao longo dos anos, mas foi aos 31 anos que teve sua pior experiência no amor: não permitia que o namorado a fizesse carinho, tinha aversão ao toque e às palavras de afeto.

O relacionamento não progrediu e ela buscou a terapia.

Filofobia: o medo de amar

“Me diagnosticaram com depressão e ansiedade, o que de fato eu tinha mesmo. Porém, o medo de me apaixonar era um problema chamado “Filofobia”, que é exatamente a fobia do amor romântico ou de formar laços emocionais, de qualquer tipo (…)”.

Denise procurou a Clínica Bauce depois de alguns anos de terapia convencional e nenhum relacionamento saudável.

Além da depressão – que já estava sendo tratada com medicamentos, era necessário descobrir o gatilho dessa fobia e entender por qual razão Denise não se sentia digna de amor.

“Na primeira sessão com o hipnólogo, e isso foi muito emocionante, consegui voltar aos 3 anos de idade e descobrir que sofri abuso sexual dentro de casa. Naquele exato momento, com muito respeito e cuidado, Jefferson me guiou para confrontar essa experiência, revivendo-a, mas de uma outra forma (…)”.

Hipnose para curar o trauma

O que Denise quer dizer é que foi possível achar a causa da fobia (o abuso) e, com as técnicas de hipnose, conseguimos fazer a cliente mudar o significado dado a esse trauma.

Foi quando os seus recursos internos foram ativados, e o que antes era uma experiência escondida no inconsciente que lhe causava o pavor de se apaixonar, começou a se transformar em uma lembrança triste, mas apenas uma lembrança.

“Foram 3 sessões de hipnoterapia, mas a última foi a mais importante. Foi quando descobri meu poder enquanto mulher e todo o amor que eu merecia receber daquele dia em diante. Estou com 34 anos e sei que estou pronta para encontrar um amor de verdade, com quem possa me entregar sem medo de ser feliz, sem medo do amor.”.

Denise precisou se amar para ser amada. Esse é o segredo do amor: amar-se para doar amor.

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